Chinelo é eleito primeiro vice-presidente nacional da CSB

Foi o maior congresso sindical já realizado nos últimos tempos em nosso país. Assim, José Avelino Pereira, o Chinelo, define o II Congresso Nacional promovido pela CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) em Brasília, entre os dias 24 e 26 de fevereiro.

Na ocasião, Chinelo saltou um posto na hierarquia da CSB. Ele foi eleito como 1º vice-presidente nacional da entidade, que continua sob a batuta de Antônio Neto. “Foi um congresso que surpreendeu em tudo. Desde a sua organização até o nível Dos palestrantes, que estiveram lá para falar a sindicalistas de todo o País sobre o que realmente precisamos fazer para que o Brasil retome o seu desenvolvimento”, diz Chinelo.

CHINELO E NETO

De acordo com ele, o sucesso do congresso foi reconhecido até mesmo por lideranças de outras centrais sindicais. “Reunimos o vice-presidente da República, Michel Temer; o ministro do Trabalho e Previdência Social Miguel Rossetto; o secretário especial do Trabalho José Lopes Feijó e o diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Stanley Gacek, junto ao nosso presidente, Antônio Neto, numa mesma mesa para discutir o que interessa de fato, que é o crescimento do País, que depende muito da classe trabalhadora e da representatividade sindical. Isso para nós motivo de extrema alegria”, diz.

Para Chinelo, ter sido eleito como primeiro vice-presidente da CSB aumenta sua responsabilidade. “Para o trabalhador da base, que está dentro das indústrias, essa mobilização sindical às vezes não é interpretada de forma correta. Mas cabe a nós explicar que são as centrais sindicais que dialogam diretamente com o governo e que negociam benefícios e que, muitas vezes, impedem que ocorram certos desastres que venham a afetar diretamente o mercado do trabalho”, explica. “Por isso, o nosso papel é explicar a cada

um que representamos, a importância do sindicalismo para o desenvolvimento do País onde moramos. São as classes sindicais que ajudam no direcionamento da economia e, principalmente, na manutenção do emprego”.

Ele também fala da importância de trabalhar ao lado de Antônio Neto, presidente da CSB. “É hoje, sem dúvida alguma, o sindicalista mais preparado para exercer essa função. Ele não é movido por paixões e idealismos pessoais ou políticos. É um ser visionário. Ele pensa, de fato, em quem representa. No caso, os trabalhadores. Olha para o povo e não para si próprio, como fazem muitos por aí”.

FacebookTwitterGoogle+WhatsApp

Você pode gostar...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *