Sindicato desmente fechamento da Kromberg & Schubert em Itatiba

 

Após boatos na cidade de que a multinacional alemã Kromberg & Schubert seria fechada e transferida de Itatiba para Mafra, em Santa Catarina, o diretor-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Itatiba e Região, Igor Tiago Pereira, falou sobre o assunto à equipe de reportagem do JI-Diário. Ele informou que a empresa permanecerá na cidade.

“Nos últimos anos, a Kromberg & Schubert sofreu algumas ações judiciais muito fortes e isso, somado à crise, pela qual o País atravessa, contribuiu muito para a redução da empresa na nossa cidade. A Kromberg & Schubert optou, portanto, por procurar outros municípios, em outros Estados, com menos exigências e menos assistencialismo. A empresa em Itatiba não será fechada e, sim, reduzida”, explicou Pereira.

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A equipe de reportagem do Jotaí entrou em contato com a empresa em Itatiba e com a Prefeitura de Mafra para obter mais informações sobre o assunto, mas não houve retorno até o fechamento desta edição.

Segundo dados divulgados pela imprensa de Santa Catarina, a negociação da Kromberg & Schubert com a cidade de Mafra estaria ocorrendo desde 2011.

MAFRA

A unidade de Mafra, ainda de acordo com informações do diretor-presidente do sindicato, iniciou recentemente. “Inclusive, há vários trabalhadores do município de Mafra realizando o treinamento em Itatiba. A Kromberg em Mafra já é realidade”, acrescentou.

Inicialmente, a empresa deve gerar 700 empregos diretos em Mafra, podendo chegar a 2,5 mil e prevê investimentos aproximados de R$ 40 milhões. Somente com os salários dos funcionários, a Kromberg & Schubert injetará no mercado mais de R$ 1 milhão ao mês.

OLIVEIRA

Durante a entrevista, Pereira também relembrou e comentou sobre a unidade da empresa em Oliveira (Minas Gerais), que também gerou boatos em Itatiba. “A empresa já existe lá há vários anos. O que aconteceu foi que a Kromberg aumentou a sua produtividade e a direção mundial optou em diminuir a produção em Itatiba, por questões de custos. Por ter em Oliveira uma mão-de-obra mais barata e menos assistencialista, optaram por levar a maioria da produção para Oliveira”, finalizou.

Fonte: Jornal de Itatiba – 13/11/2016

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