Diretores do SindMetal Itatiba participam até 4ª da Executiva Nacional da CSB

 

Diretores e o corpo jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos de Itatiba e Região – SindMetal Itatiba, participam de hoje até quarta-feira, em São Paulo, da Reunião da Diretoria Executiva Nacional da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros. O presidente do SindMetal Itatiba, Igor Tiago Pereira lidera a comitiva dos sindicalistas ligados aos metalúrgicos de Itatiba.

executiva_csb WhatsApp Image 2017-08-21 at 12.15.37 WhatsApp Image 2017-08-21 at 14.59.31 WhatsApp Image 2017-08-21 at 15.00.37

Ao todo mais de 150 dirigentes sindicais e advogados participam da Executiva Nacional da CSB. Durante a abertura do evento, o presidente da CSB, Antonio Neto destacou que “a classe operária é muito forte. Já derrubou a ditadura. E não é agora, na democracia, que irá enfraquecer”, destacando, ainda, “que nunca os trabalhadores precisaram tanto de seus sindicatos fortes, como precisam agora”.

A Executiva tem uma extensa agenda de palestras e debates, a maioria dos temas está ligado à Reforma Trabalhista aprovada em julho passado, no que a CSB chama de postura covarde da Câmara dos Deputados e do Senado, que acabará por acarretar em inúmeros prejuízos em toda a classe trabalhadora a partir de 11 de novembro, quando de sua entrada em vigor.

Na visão da CSB, a reforma acarretará numa série de precarizações às relações de trabalho e ameaças à organização dos trabalhadores brasileiros. Trabalho intermitente, autônomo e jornada e trabalho são algumas das regras que entrarão em vigor, cujas consequências o presidente da CSB aponta como prioridades prementes dos debates e atos sindicais.

“Esta é uma reunião histórica. O momento é complicado e desafiador. E eu espero que ao final desses três dias de discussões vocês percebam que vamos dar um salto na organização dos trabalhadores com coragem e parcimônia. Nós sabemos que a reforma trabalhista foi aprovada sem um debate amplo entre Congresso e sociedade. Pela primeira vez na história recente, o Senado abriu mão de legislar. Mas, ela [a reforma] já é uma realidade. Portanto, cabe a nós, sindicalistas, enfrentarmos este fato. Temos a missão de aprofundar as discussões e orientar os trabalhadores”, avaliou.

FacebookTwitterGoogle+WhatsApp

Você pode gostar...